Diferentemente da maioria das dietas, a Dieta Paleo não foca sua atenção na quantidade, mas, sim, na qualidade das calorias consumidas. Ela é fácil de seguir e exclui, justamente, os maiores vilões da nossa saúde: o açúcar, os alimentos industrializados e o excesso de carboidratos. Essa combinação causa rápido emagrecimento, mas ajuda também com o fortalecimento muscular.
Nessa dieta, a pessoa deve comer o quanto achar suficiente para o seu corpo, ou seja, não existe contagem de gramas dos alimentos. Os principais objetivos são o emagrecimento, o controle da glicemia, o aumento da resistência e da força, a hipertrofia e uma alimentação mais natural, sem glúten e sem lactose.
O fato é que a paleolítica é baseada em alimentos de verdade. Hortaliças (como repolho, abóbora, tomate, pimentão e cebola), carnes, sementes, frutas, ovos, nozes e castanhas, raízes e tubérculos (como batata-doce, batata-inglesa e aipim) são a base dessa dieta. Já os alimentos plantados, como cereais (aveia, trigo, centeio, cevada, arroz e milho) e leguminosos (feijões, lentilha e ervilha), e os processados são restritos, pois o acúmulo de glicose vinda deles se transforma em gordura.
Além disso, um estudo da Universidade Leste do Michigan, dos Estados Unidos, comprovou que a Dieta Paleolítica é boa para a saúde do coração, o que a torna indicada também para sedentários e obesos. Quando comparada à dieta oficial da Associação Americana de Cardiologia (AHA), ela foi mais eficaz na redução de lipídeos do sangue e na melhoria dos marcadores de colesterol. Os pacientes também apresentaram maior perda de peso e ingestão de menos calorias.